Inovação X operações eficientes: você pode tê-los ao mesmo tempo?

Empresas inclinadas para a inovação têm, muitas vezes, que quebrar paradigmas e isto também pode equivaler a fazer mudanças radicais na cultura interna. Um destes desafios é: como encontrar equilíbrio entre a eficiência da operação e formas inovadoras de gerir o negócio, oferecendo novidade com qualidade a um consumidor cada vez mais exigente?

Um ponto a se refletir é a colaboração. Como sabemos, a inovação está fortemente baseada em colaboração; cocriar, fazer benchmarking, agregar pessoas de diferentes pensamentos num mesmo projeto… Tudo isto favorece o ambiente inovador. Se, de um lado, temos o CEO buscando a inovação para manter o negócio competitivo, do outro, o CIO precisa manter a operação em pleno funcionamento. É aí que a união faz a força.

O CIO deve estar inteiramente alinhado com a importância da inovação, enquanto o papel do CEO é garantir investimento em aparato tecnológico para que, juntos, somem forças no projeto. Para que isso aconteça, é preciso que haja, um ponto de vista claro sobre como essas melhorias precisam ser e como devem ser implementadas. Simplificando, o CIO e CEO precisam ter conversas estratégicas sérias, e não apenas as discussões sobre questões operacionais.

CIO + estratégia

Não dá mais para separar a TI do business. Essas discussões estratégicas representam uma grande oportunidade para os CIOs. A equipe de TI geralmente concorda com as metas de inovação, o que ela precisa, no entanto, é de liberdade para criar processos que fomentem e facilitem a cultura inovadora. Ao trazer as suas dúvidas e preocupações ao presidente, o CIO deve receber a orientação que precisa e, conhecendo os planos, pode ajudar a moldar a estratégia de inovação de forma mais ampla.

O que se percebe hoje no mercado é que, além de orientar a eficiência operacional, o CIO passa a assumir realmente o papel de “Chief Integration Officer.” – além do título. Com esta autonomia, ele pode fazer alianças estratégicas com fornecedores e até fazer a contratação de profissionais de TI qualificados, que atendam e façam jus às ambições da empresa.

Dito isso, é interessante ressaltar que existem algumas armadilhas que os CIOs precisam evitar. Uma delas é se posicionar como único defensor da inovação no que diz respeito à tecnologia. Tal atitude pode drenar a motivação da equipe – com especial atenção para outras unidades de negócio. Somar forças e compartilhar dos anseios e das conquistas é sempre o melhor caminho, seja com a equipe interna ou com os fornecedores.

Presidência + TI: olhando para o futuro

A eficiência operacional do CIO pode – e deve – contribuir para auxiliar o CEO no entendimento dos limites da tecnologia, bem como dos benefícios que ela oferece, para que este tome as melhores decisões. Ao trabalhar em conjunto na agenda da inovação, o gestor de TI e o presidente da empresa podem perfeitamente encontrar o equilíbrio entre a eficiência operacional e os desejos de inovar. Como resultado da colaboração entre eles, a maioria dessas iniciativas de transformação será autofinanciada, graças às melhorias operacionais que oferecem.

Sua empresa tem mesclado inovação com operações eficientes? Comente abaixo!

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