Transformando Quality Assurance (QA) em investimento

SAP ABAP

O Manifesto Ágil trouxe significativas mudanças na forma de se desenvolver software, mas a principal é, sem dúvida alguma, o papel do setor de Quality Assurance (QA) das empresas. À época de seu surgimento, a realidade em termos das empresas desenvolvedoras era a outra. Vivia-se a bonança da bolha da Internet, com recursos infindáveis permitindo um processo de desenvolvimento caro, que para ser rápido precisava do envolvimento de muitos profissionais.

Com a explosão da bolha, os recursos tornaram-se escassos, era preciso fazer mais e melhor com menos. Ou seja, era preciso maior produtividade, maior qualidade com menos recursos. Surge então o conceito de desenvolvimento ágil, priorizando software funcional, que atenda às necessidades do cliente e gere valor e satisfação, do que os caros processos detalhados e cuidadosos da época das vagas gordas.

 

O desenvolvedor ágil

Nesse novo cenário, o desenvolvedor passa a ter um papel mais representativo em termos de controle de qualidade e testes, deslocando do analista de QA o papel de garantir o bom funcionamento das entregas. Hoje, entende-se que testes unitários bem desenvolvidos, que consigam avaliar o bom funcionamento das menores unidades de código desenvolvido surtem um efeito na qualidade final do produto muito maior do que os testes de interface do usuário, que muitas vezes têm pouca penetração nessas unidades menores, permitindo que muitos erros passem despercebidos por um longo período de tempo, até que alguma situação específica traga-os à tona.

O desenvolvedor, além do mais, é a pessoa mais qualificada a desenvolver testes unitários adequados ao código desenvolvido. Com a constante automatização dos testes e ferramentas que cada vez mais contribuem, parece que os investimentos em QA não mais têm sentido, e, para muitos, o setor de QA já está morto.

 

A nova realidade

Mas existe uma nova realidade se formando, onde os profissionais de QA envolvem-se com novos processos, técnicas e ferramentas, assumindo um papel daquele que foi o dominante por muitos anos. A tendência, cada vez mais, é a integração desses profissionais às equipes de desenvolvimento, fazendo com que atuem na velocidade demandada pelos atuais métodos ágeis. Os analistas de QA tendem a adquirir habilidades em desenvolvimento de software,  assim como os desenvolvedores já vem, há algum tempo, adquirindo habilidades em QA. Isso permite que as atuais equipes de QA envolvam-se de forma mais direta nos processos de criação e implementação de testes unitários, além de abrir espaço para sua atuação mais forte na implementação e condução dos testes de integração, importantíssimos, e que muitas vezes ficam além do escopo de trabalho do desenvolvedor. E embora a eficácia dos testes unitários e de integração sejam comprovadas, sempre existirá a necessidade de testes de interface do usuário, uma vez que estes, em última análise, refletem a experiência de uso final.

Essa é uma realidade, onde os investimentos em QA ainda se justificam, mas deslocam-se em seu destino. Torna-se imperativa a capacitação dos profissionais de QA em novas habilidades, em particular a de desenvolvimento através de métodos ágeis, e a disponibilização das ferramentas adequadas à boa condução dos testes automatizados, inspeção de código,  avaliação do desempenho, entre outros recursos.

 

SAP ABAP

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